Elaborado por Assunção Jofrisse
Introdução.
Relacionamentos esta presente em todas as formas de interacção humana. No ministério de Jesus destacam-se alguns tipos de relações importante.
Veremos a seguir 3 níveis de relacionamentos que Jesus construiu com as pessoas que o cercavam e que se observa hoje nessa questão.
1- RELACIONAMENTO COM A MULTIDÃO.
No evangelho de João 6:2
"seguia-o numerosa multidão porque tinham visto os sinais que ele fazia na cura dos enfermos"
O ministério de Jesus foi ministério de multidão, mas Ele nunca as priorizou, porquê?
Porque o nível de resposta e de compromisso da multidão é pequeno, inseguro, desconhecido, e o nível de impacto e transformação de palavra sobre ela era mínimo.
Ele deu prioridades aos vínculos profundos que tinha com os discipulos, porém a multidão o seguia-o por causa dos sinais e das curas que Ele fazia. A massa é levada pelos seus ídolos.
Precisamos reconhecer em nossa igreja aqueles amados que não são discípulos apenas multidão atraída pelos feitos, para não errarmos cobrando compromisso de quem não o quer ter, pois assim que os pães acabam, vão se embora.
Não devemos ter expectativas altas sobre irmãos desse grupo.
Jesus sabia disso, sabia que aquele povo estava ali somente para receber, e nada poderia ser cobrado dele. O Senhor não se negava a atendê-lo.
Comportamento da Multidão
1.° FALTA DE COMPROMISSO.
Quando exigimos algo a multidão, que só poderiamos cobrar dos discípulo, ela nos deixam e nos ambandonam, grande parte dos que estavam com Jesus, depois se voltou contra Ele.
A multidão é o lugar de pessoas que não têm e nem querem compromisso, que não estão dispostas a pagar o custo do discipulado, ter compromisso de andar na luz, de renúncia à independência, de entrar no padrão estabelecido por Jesus.
A multidão nunca teve a primazia de decidir abraçar a cruz, por isso Jesus não a priorizava.
Sem compromisso de assiduidade e de participação naquilo que acontece na igreja, acostumaram-se com os relacionamentos superfíciais na casa de Deus.
2.° APENAS QUEREM SUPRIR AS NECESSIDADES
Só se buscava o profeta de Nazaré quando havia uma necessidade esporádica. A decisão de estar com Jesus era de um modo provisório, assim que tudo estiver bem, vai-se.
Buscam sempre seus próprios caminhos e suas directrizes particulares.
3.° NÃO BUSCA ANDAR NA NOVIDADE DE DEUS
Após séculos dentro da igreja crêem que nada existe diferente daquilo que já experimentaram, tudo que não se faça, tal igual como na sua época tá errado.
2.° RELACIONAMENTO DE CONSELHEIRO
Outro relacionamento de Jesus foi com aquelas pessoas que o procurava para serem aconselhadas. Veja o exemplo de Jesus Nicodemos Jesus.
Já o jovem rico era homem que não pertencia a multidão. Ele simpatizava-se com Jesus, era um crente fiel, aliás, essa característica é a que mais se destaca fidelidade e cumprimento da lei, mas quando foi confrontado e voltou atrás. Quando Jesus mostrou-lhe a cruz, logo retrocedeu. Há uma classe de pessoa na igreja que ouve a palavra, ouve a direção, ouve conselhos, mas não tem compromisso em obediência.
Só ouvem. São pessoas que até procuram os pastores e lideres, são assiduas na igreja, participam das programações, também são apáticas, as vezes ativistas.
3.° RELACIONAMENTO COM OS DISCIPULOS
Jesus construiu foi com seus discípulos.
A proximidade é total, a intimidade, a liberdade com a qual se expressa pensamentos e sentimentos é total; o compromisso, a renúncia, também é total e completa. As motivações dos discípulos e a potencial de resposta de cada um são intimamente construidas sobre essas bases e os desafios são realizados.
Discipulado nos fala de aceitação do preço da cruz.
Em 2 Reis 3:11 vemos que Eliseu estava disposto a se submeter, a seguir e a servir a Elias. Abdicou de viver independentemente para ter vínculos com ele.
Autor: Diácono Janeiro da Assunção Neto Jofrisse

Comentários
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ola. sou inacio gostaria muito de saber o que tens a dizer sobre isso